PINBALL

MAIS UM ABSURDO QUE ENVOLVE O GOVERNO

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Menina cai no golpe de que o esperma clareia os dentes.

A estudante Rayanne Raquel Rabiosa, 19 anos, caiu no golpe de que o esperma clareia os dentes, e prestou queixa na Polícia Civil contra o namorado, responsável em enganar a jovem e aplicar o golpe. Rayanne contou ao delegado que acreditou no papo dito pelo namorado de que o sêmen fazia os dentes ficarem branquinhos, e passou a ingerir de duas a três vezes por dia, direto da fonte. 

No entanto, o tempo foi passando e Rayanne percebeu que os dentes não estavam ficando branquinhos como queria, e procurou um especialista. Foi então que a jovem foi informada da farsa e do perigo. “Engolir sêmen é perigoso porque você pode pegar doença sexualmente transmissível”, disse o especialista alertando Rayanne. 

Revoltada com o namorado, Rayanne Raquel além de ter prestado queixa na polícia, disse que vai entrar com uma ação na justiça. “Eu quero que esse golpista vá para a cadeia”, disse. 

A adolescente registrou queixa contra o namorado depois que descobriu a farsa de que o esperma não clareia dentes

Senado tenta votar um projeto de lei, onde o importante é escrever mesmo que seja errado.

Em Brasília (DF), vários políticos analfabetos se reuniram nesta segunda-feira (14) para comemorar o Dia Nacional da Alfabetização. “Estamos comemorando o avanço do Brasil na educação”, disse um parlamentar. 


O deputado Tiririca, também presente na comemoração, disse que é importante destacar o Dia Nacional da Alfabetização porque os estudantes ficam sem aulas, e conseguem emendar o feriado com o dia 15 novembro. 

Os deputados também destacaram a importância do vazamento do ENEM, que acontece anualmente. “Sem vazamento o ENEM não vira notícia”, disse um deputado que discursou durante o evento. 

Proposta para reduzir o analfabetismo: 

Um projeto de Lei de um senador, que tramita pelo Congresso, pode tornar ainda mais ágil o combate ao analfabetismo. De acordo com a proposta, a Lei alteraria o português deixando a escrita correta desde que produza o “som correto” de uma determinada palavra. 

Exemplo: 

Com a nova regra as palavras do tipo cei (sei), vossê (você), acim (assim), entre outras, serão consideradas corretas, pois produzem o mesmo som. 

“Aceitar que o errado se torne certo, é uma forma mais rápida e fácil para o Brasil corrigir o analfabetismo”, disse o Senador. 
Dia do Analfabetismo foi comemorado com festa particular para políticos em Brasília; Tiririca também participou do evento

Fiquei até sem como comentar esta matéria, é um absurdo um politico que tem o dever de preservar os estudos de uma nação querer votar em um projeto que o importante é escrever, mesmo que seja de forma errado.
Os paulistas votaram em TIRIRICA para ser um representante do povo, para lutar por coisas que outros políticos nunca lutaram, para fazer o que os outros nunca fizeram, será que estão satisfeitos?
Com as suas mancadas, como pode um político que deveria cuidar da nossa educação, falar que o dia NACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO é importante porque os alunos ficam sem aula e podem emendar o feriado com o dia 15 de Novembro. Será que ele sabe o que significa estas duas datas?
Será que  para ele o importante é ficar sem estudar e são dois dias para curtir?
Nós que temos o poder de escolhermos quem nos representa na política devemos prestar atenção nessas coisas para na próxima eleição não votarmos nos mesmos.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Britney Spears traz para o Brasil a turnê mundial ‘Femme Fatale’.


Musa pop tenta provar que ainda pode fazer o mundo do entretenimento tremer com a sua postura e atitude e divulga seu sétimo álbum de inéditas, na Apoteose

Dez anos após sua última visita ao Brasil, a cantora Britney Spears está de volta com a turnê mundial Femme Fatale, que divulga seu sétimo álbum de inéditas. Lançado no início deste ano, o novo disco está recheado de ritmos dançantes e alguns hits remixados. A apresentação que acontece esta terça-feira na Praça da Apoteose abre a etapa sul-americana da turnê, que seguirá para São Paulo.
Por onde passa, a superprodução montada pela loura de 29 anos conta com um verdadeiro arsenal pirotécnico: lasers coloridos, colunas de fumaça, fogos de artifício, luzes em movimento, várias trocas de figurino e vertiginosas entradas e saídas no palco. No Brasil não será diferente. O palco terá três níveis de altura, com seis elevadores. A cantora conta com uma equipe de 44 pessoas (entre bailarinos, músicos, empresários e gerência de produção) e mais 43 integrantes de equipe técnica.
Ao todo, 21 músicas serão apresentadas no show,  que de acordo com a imprensa internacional conta com menos playback que o habitual, entre elas, sucessos como …Baby One More Time, I’m a Slave 4 U, Gimme More, Piece of Me, 3 e Womanizer. Além dos novíssimos singles Hold It Against Me, Till the World Ends, I Wanna Go e Criminal.
O espetáculo, de aproximadamente 1h30, é dividido em cinco partes: Femme Fatale, Sweet Seduction, Forest Code Name, Trouble e Sexy Assassin, e retrata uma história em que Spears é uma agente secreta, que é perseguida por um stalker.
Na primeira parte, a musa escapa da prisão, seguida por outras prisioneiras. Em seguida, apresenta números de dança alegres e uma performance inspirada em Marilyn Monroe. A terceira etapa leva ao palco um tema egípcio com fogos de artifício e acrobacias. O quarto segmento apresenta rotinas energéticas, e Britney encarna uma motociclista. O bis começa com um vídeo onde Spears captura o stalker, e é seguido por duas performances em que ela vence um grupo de ninjas.
O que os fãs esperam é que tanto investimento supere as crises pelas quais a artista vem passando. A ideia é ver no palco toda energia da pop star que virou mania em 1999, quando aos 18 anos lançou o hit Baby One More Time.
Fã de carteirinha da estrela pop, o professor de dança Felipe Santos, de 27 anos, não vê a hora de assistir ao show.

No início de sua carreira, Britney atraía atenções por seu estilo que variava entre estudante colegial e vamp trajada em lingeries de luxo. Sob gerenciamento de sua mãe, Lynne, a cantora se transformou em fenômeno de vendas. O single Baby one more time vendeu 125 mil cópias na primeira semana e o álbum de mesmo nome chegou ao primeiro lugar nas paradas de sucesso.

Seu segundo single e álbum, Oops! I Did it Again, também alcançou estrondoso sucesso, e assim a moça entrou para o livro dos recordes – o Guinness Book – como o álbum feminino que vendeu mais rápido: 1,3 milhão de cópias na primeira semana. A turnê para divulgação do CD chegou ao Brasil, em 2001, quando a musa se apresentou no festival Rock in Rio.
No ano 2000, seu terceiro trabalho de estúdio, autointitulado, atingiu a marca de 745 mil cópias vendidas na semana de lançamento. O primeiro single, I’m A Slave 4 U, chocou o mundo com um clipe que mostrava que ela realmente não era mais inocente, revelando uma Britney mais madura e provocativa.
Em 2002, após o término do namoro de quatro anos com o cantor Justin Timberlake, Britney declarou que iria tirar férias pois estava esgotada devido à carga de shows. E foi nesse período que ela aproveitou e gravou In The Zone, álbum que diferenciou-se dos anteriores pelo seu caráter erótico. Mais uma vez a cantora estreava no topo da Billboard com 609 mil cds vendidos na semana de lançamento e quebrou o próprio recorde de única artista feminina a ter quatro álbuns consecutivos estreando em primeiro lugar.
A estrela teen se casou com seu amigo de infância Jason Allen Alexander, no dia 3 de Janeiro de 2004. No dia seguinte seus advogados entraram com um pedido de anulação da cerimônia. Com isso, o casamento durou apenas 55 horas. Começavam assim as conturbações na vida pessoal da jovem.
Em 2005 a estrela da pop music apresentou o dançarino Kevin Federline como sendo seu namorado e, como símbolo do seu amor, ambos fizeram uma tatuagem parecida em seus pulsos. Britney fez um par de dados cor-de-rosa no pulso esquerdo e Kevin optou por fazer um par de dados azuis no pulso direito.
Dois dias após o lançamento oficial do clipe My Prerogative, Britney surpreendeu o mundo ao se casar totalmente em segredo com Federline. O relacionamento, que durou dois anos, teve como fruto os filhos Sean Preston e Jayden James.
Com o fim do casamento, em 2006, Britney começou a se envolver em escândalos ainda maiores entre eles: o fato da jovem ter raspado a cabeça misteriosamente, internação em uma clínica de reabilitação, fuga com paparazzi para o México e mais.
No ano de 2007 resolveu fazer as pazes com seu público, lançou um novo álbum Blackout e voltou para os palcos. Considerada a primeira mulher desde Madonna a causar tanto impacto e influenciar tanto o mundo pop, Britney tornou-se a cantora adolescente campeã de vendas de todos os tempos.

Anvisa proíbe alimentos e bebidas à base de 'Aloe vera'.

Aloe vera: alimentos e bebidas feitos com a planta, que é mais conhecida como babosa, são proibidos pela Anvisa

Aloe vera: alimentos e bebidas feitos com a planta, que é mais conhecida como babosa, são proibidos pela Anvisa

A planta, popularmente conhecida como babosa, também é usada para a fabricação de cosméticos e medicamentos fitoterápicos



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda, fabricação e importação de alimentos e bebidas à base de Aloe vera. De acordo com o órgão, não há comprovação da segurança do uso do componente e nem registro para esse fim. A restrição foi publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União.

Saiba mais

ALOE VERA
Popularmente chamada de babosa, a planta, nativa do norte da África, está presente em fórmulas de cosméticos, pomadas e medicamentos fitoterápicos a alimentos. Entre os benefícios atribuídos à planta, estão ações desintoxicante, digestiva, laxativa e antialérgica.
Aloe vera é o nome científico da planta conhecida popularmente como babosa. É usada principalmente em produtos para o cabelo, mas recentemente também era encontrada em bebidas e alimentos, inclusive com função de emagrecimento. Por se encaixar na categoria de "novos alimentos", a planta precisa ser submetida ao registro da Anvisa para poder ser comercializada com esse fim.


De acordo com a resolução, o uso da Aloe vera é regulamentado apenas como aditivo na função de aromatizantes de alimentos e bebidas, o que continua sendo permitido. As informações são da Agência Brasil

MANCHAS BRANCAS APÓS O SOL.


A pitiríase alba é uma condição de pele causada por fatores genéticos. É comum e geralmente desaparece completamente depois de alguns anos. Normalmente ela se inicia na infância, mas pode aparecer mais tarde, como parece ter acontecido com você. E ela tem preferência por quem tem alergia de pele ou alergia respiratória.
A pessoa vê surgir na pele manchas ovais de cor mais clara que seu tom de pele natural. As manchas são levemente ásperas e têm descamação fina. É comum aparecer no rosto, pescoço ou braços, mas pode aparecer em qualquer parte da pele. Alguns fatores agravantes desencadeiam ou acentuam as manchas em pessoas predispostas, como exposição ao sol ou ressecamento da pele. O cloro das piscinas, que aumenta o ressecamento da pele, também intensifica a pitiríase alba.
Tratamento
O tratamento envolve duas frentes principais: evitar o sol e hidratar a pele. Assim, use filtro solar e aplique diariamente hidratante facial e corporal. Evite lavar rosto e corpo com água quente, não use bucha e use sabonetes suaves e apropriados para pele ressecada ou sensível. Em alguns casos indicam-se cremes à base de cortisona ou cremes imunomoduladores para minimizar as lesões.
Manutenção
O tratamento suaviza ou elimina as manchas. Mas, como a tendência a desenvolvê-las continua, os cuidados devem ser mantidos por longo tempo.

Imazon acusa 'aumento expressivo' do desmatamento na Amazônia.

Mapa do Imazon mostra pontos de desmatamento detectados em dezembro. (Foto: Reprodução)
Mapa do Imazon mostra pontos de desmatamento detectados em dezembro. (Foto: Reprodução)








O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), organização que faz um levantamento paralelo ao oficial da devastação na região amazônica, registrou desmatamento de 175 km² de floresta em dezembro. A estimativa está em relatório do órgão divulgado nesta quarta-feira (23).
De acordo com o instituto, o número representa um “aumento expressivo de 994% em relação a dezembro de 2009, quando o desmatamento somou somente 16 km²”. Já em janeiro de 2011, foram registrados 83 km² de desmatamento, o que representou um aumento de 22% em relação a janeiro de 2010 quando o desmatamento atingiu 68 km².
O instituto destaca que os números podem estar subestimados. Em dezembro de 2010, assim como em em janeiro de 2011, foi possível monitorar somente 30% da Amazônia. Os outros 70% estavam cobertos por nuvens, dificultando a análise, em especial no Amapá, Pará e Acre, que tiveram mais de 80% da área florestal cobertos por nuvens.
Degradação
O Imazon detectou ainda 541 km² de florestas degradadas (parcialmente destruídas) em dezembro e 376 km² em janeiro. Os números também são maiores em relação a um ano antes. O instituto estima que o carbono emitido pelo desmatamento no período de agosto de 2010 a janeiro de 2011 (seis primeiros meses do chamado "calendário de desmatamento") foi de 13,9 milhões de toneladas.
Em dezembro, Rondônia contribuiu com 43% da área total desmatada na Amazônia Legal. Mato Grosso teve 31% e o Amazonas, 16%. Nos outros estados, o desmatamento foi proporcionalmente menor, ficando o Pará com 5%, o Acre com 4% e Tocantins com 1%. O desmatamento detectado no Pará, no entanto, foi menor possivelmente devido à densa cobertura de nuvens.
Em janeiro de 2011, a devastação foi maior em Mato Grosso, com 57%. O estado foi seguido do Pará, com 20%, e Rondônia, com 18%. O restante ocorreu no Amazonas (4%) e Roraima (1%).
Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que faz o levantamento oficial da destruição da floresta amazônica, já indicavam um aumento da devastação no fim do ano passado, em comparação a 2009.

Na trajetória da Rocinha, uma história carioca


O morro entre a Gávea e São Conrado abrigava uma chácara, nos anos 1920. A localidade pacata era de onde partiam os agricultores rumo aos arredores do Hipódromo da Gávea, onde vendiam o que haviam plantado. Quem por lá passava e perguntava de onde vinha o alimento recebia como resposta: “Vem da rocinha”. Essa é a bucólica origem do nome da favela mais famosa do Rio de Janeiro, que tem hoje 120 mil habitantes e, na esteira de décadas de descaso do poder público, tornou-se um bolsão de pobreza onde, a partir dos anos 1980, traficantes se refugiaram e construíram a maior rede de distribuição de drogas da zona Sul da cidade.
A trajetória da Rocinha é um retrato do que aconteceu no resto do Rio de Janeiro. A ocupação acelerada do morro aconteceu na década de 1950, com a chegada em massa de nordestinos. Eram pessoas pobres que viviam, sobretudo, da pecuária e da agricultura. Para manter essa atividade em terra carioca, os moradores da Rocinha tinham pequenas plantações e criação de animais no redor da casa. Pela localização, próxima a bairros de classe média que representavam oportunidades de trabalho, a Rocinha acabou atraindo famílias de outras regiões do Rio. Passada uma década, em 1960, não havia mais espaço para horta alguma. Com a abertura do Túnel Zuzu Angel, que liga a Gávea a São Conrado, muitos trabalhadores acabaram por se mudar para a favela.
Genílson Araújo/Ag.OGlobo
O alto da Rocinha, entre as casas de luxo da Gávea e os prédios da orla de São Conrado
O alto da Rocinha, entre as casas de luxo da Gávea e os prédios da orla de São Conrado
A Rocinha cresceu no mesmo ritmo em que toda a cidade se favelizou, na esteira da ausência de política habitacional e de transporte. Tornou-se, assim como as demais favelas, uma terra abandonada pelo estado, porém cobiçada por políticos acostumados a trocar votos por benfeitorias que deveriam ser responsabilidade dos governos. Assim como no Nordeste, em que a indústria da seca garantiu por décadas a permanência da miséria no sertão, criou-se no Rio uma indústria da favela capitaneada por políticos populistas – que têm no ex-governador Leonel Brizola seu mais bem acabado exemplo.
Nas duas gestões de Brizola, criou-se a lenda de que favela não é problema, e sim solução. Com base nessa maneira de mais uma vez tirar do poder público a responsabilidade por implementar políticas habitacionais e de transportes, distribuíram-se títulos de propriedade a rodo e adotou-se todo tipo de ação assistencialista. Para piorar a situação, sucessivos governos restringiram a ação da polícia nas favelas, transformando-as em verdadeiros bunkers do crime.
Hoje, a Rocinha é uma região administrativa do Rio – ou seja, deveria estar incluída nos marcos da cidade legal, com direito a todos os serviços básicos. Mas continua padecendo de graves problemas de infraestrutura, como coleta de lixo, abastecimento de água, falta de rede de esgoto. Segundo o censo residencial da Rocinha, feito pelo Escritório de Gerenciamento de Projetos do governo do Rio, apenas 31,1% das pessoas têm a sua rua toda pavimentada. Somente 1,8% das casas da favela podem ser acessadas por carro. Para chegar a todas as outras, é necessário passar por um beco, escadaria ou uma rua onde só é possível o trânsito de pedestres. A iluminação pública só chegou para metade da favela.
De 2007 a 2009, foi criado um plano diretor sócio-espacial da Rocinha. O arquiteto que coordenou a equipe responsável pela execução do projeto foi Luiz Carlos Toledo, que chegou a montar um escritório na favela, onde ficou durante um ano e meio. Com os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi dado o pontapé em alguma das obras propostas por Toledo. “Mas persistem os principais problemas, que são saneamento, esgoto, lixo, abastecimento de água e retirada de habitação em área de risco”, afirma Toledo.
A entrada efetiva da polícia na Rocinha é uma oportunidade para que os serviços cheguem, na escala necessária, aos milhares de moradores. É também a chance de acabar com o poder dos criminosos que dominam a área por quase quatro décadas. O retrato da Rocinha pode ser, a partir de agora, o retrato do que o Rio de Janeiro quer ser.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Patrimônio de Agnelo Queiroz subiu 413%.

Agnelo Queiroz enfrenta um novo desafio: a denúncia de que seu patrimônio 
aumentou 413% entre 2006 e 2010
São Paulo - Fortalecido, nos últimos dias, por uma blindagem organizada pelo PT, que conseguiu derrubar cinco pedidos de impeachment contra ele na Câmara Distrital do Distrito Federal, o governador Agnelo Queiroz enfrenta um novo desafio: a denúncia de que seu patrimônio aumentou 413% entre 2006 e 2010. Os dados foram extraídos de suas declarações de imposto de renda daquele período e revelados pela revista Época desta semana. Eles são parte de um processo que corre na Justiça Federal, no Rio de Janeiro.

Essa rápida evolução de patrimônio não combina com as informações que ele entregou à Receita Federal ao longo dos quatro anos. Em 2006, quando se candidatou ao Senado, Agnelo dizia ter três automóveis e um apartamento e um total de remuneração de R$ 189.899. Num gesto de larga generosidade, doou então ao seu partido na época, o PC do B, nada menos que 22,7% de sua renda bruta, exatos R$ 42.368.Segundo a revista, Agnelo declarou em 2006 um total de bens de R$ 224.350. Na declaração de 2010, esse número quintuplicou, chegando a R$ 1.150.322. Entre uma e outra, o governador comprou dois apartamentos e uma casa no Lago Sul, bairro nobre de Brasília. A declaração não inclui bens de Agnelo, mas apenas rendimentos - pois, segundo ele, os bens estão registrados no nome de sua mulher, Ilza Queiroz.

Em 2007, segundo a reportagem, a renda declarada do governador não foi além de R$ 57.642. E, por oito meses do ano, antes de ser convocado pelo governo para uma diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), teria recebido apenas um salário mensal de R$ 3 mil como médico da rede pública.
Declaração conjunta - Em nota que divulgou a respeito, o governador informa que a declaração de 2010 "foi apresentada em conjunto com a esposa". A reportagem observa que não há nenhum bem em nome do governador em suas declarações de 2003, 2004, 2005 e 2006.
O texto traz um histórico das relações de Agnelo com dois ex-integrantes do PC do - João Dias, autor de denúncias que ajudaram a derrubar o ministro do Esporte, Orlando Silva (PC do B), e Daniel Tavares, que revelou em vídeo ter depositado um valor de R$ 5 mil na conta de Agnelo em janeiro de 2008. Esse vídeo foi divulgado por parlamentares da oposição, na semana passada. Ele afirma que o depósito era o complemento de uma propina de R$ 50 mil, acertada com o governador.

Brasília - O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, permite a atuação de lobistas dentro do ministério para negociar a liberação do registro sindical. São ex-funcionários da pasta, alguns ligados ao próprio Lupi, que agem como intermediários, com livre acesso aos gabinetes, para acelerar processos, furar a fila de outros, negociar pendências e garantir para um sindicato parte do bolo anual de R$ 2 bilhões arrecadados com o imposto sindical. Quem paga o pedágio do lobby tem a promessa de jogo rápido, segundo sindicalistas ouvidos pela reportagem.

A relação próxima da secretária com a lobista é antiga. A "consultora" Martha de Freitas, como ela se apresentou ao jornal, trabalhou na pasta até 2009. Confessou à reportagem, inclusive, que ajudou a fazer a portaria 186, que estabeleceu em 2008 novas regras para o registro sindical. Hoje, ajuda sindicatos a consegui-lo. Procurada pela reportagem, ela disse: "Não cite meu nome pelo amor de Deus. Você quer f... com meu trabalho".De 2007 até hoje, período em que Carlos Lupi está no comando, cerca de 1.120 entidades sindicais conseguiram registro. Na terça-feira passada, Lupi encontrou a lobista Martha Moreira de Freitas na reunião do Conselho Curador do FGTS, presidido pelo ministro. Ela é do Grupo de Apoio Permanente (GAP) do conselho e ainda ganha dinheiro para cuidar dos interesses dos 400 sindicatos filiados à Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) nos processos de registro sindical no ministério. Tem trânsito livre no gabinete da secretária de Relações do Trabalho, Zilmara David de Alencar, que recebe os pedidos de carta sindical.
A lobista admitiu que sua influência é o segredo do negócio. "Se eu falar que não tenho contato, estou sendo hipócrita. Ajuda porque tenho conhecimento, não vou utilizar meu conhecimento? Eu ajudei a fazer a portaria", disse. Ela não quis revelar quanto cobra para conseguir o registro: "Não vou falar preço de nada. Tem sindicatos que podem pagar melhor, tem outros que tenho dó e faço de graça. Você quer complicar minha vida, a imprensa está desacreditada".
A contratação desta intermediação abre caminho, segundo sindicalistas, para agilizar os processos e, inclusive, barganhar o "preço" do registro, algo que o ministério sempre negou existir apesar de denúncias recorrentes.
Procurada, a assessoria do ministério informou que "não dispõe de informações sobre a vida profissional de prestadores de serviços contratados por empresas interpostas". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Da obesidade mórbida à anorexia: a triste história de uma jovem de 21 anos.

Malissa Jones, 21 anos, já foi a adolescente mais obesa do Reino Unido. Em 2008, com o ponteiro da balança perto dos 203 quilos, ela recebeu um ultimato: era perder peso ou morrer dentro de alguns meses.
Malissa escolheu a primeira alternativa e enfrentou uma cirurgia no estômago. Era a ajuda que ela precisava para perder 127 quilos e chegar aos 76, meta estabelecida pelos médicos.
Agora, a situação se inverteu: Malissa desenvolveu uma espécie de fobia à comida e está pesando pouco mais de 50 quilos (cerca de 12 são só pele). Precisa engordar para sobreviver.
Antes da cirurgia, Malissa ingeria 15 mil calorias por dia. Hoje, ela come três cenouras cozidas, duas porções de parsnip, um vegetal europeu, e uma batata assada, um total de 300 calorias, menos de um terço do que ela deveria consumir para se manter saudável.
“Meu médico diz que, se eu continuar assim, eu terei apenas seis meses de vida. Eu provavelmente morrerei por causa de um ataque cardíaco, então eu preciso ser perseverante e comer. Estou tentando, mas é muito difícil”, disse Malissa à revista Closer Magazine (oDaily Mail reproduziu alguns trechos).
A tristeza vivida por Malissa é uma das explicações para sua imensa dificuldade em comer. Recentemente, ela vivenciou a perda de seu primeiro filho, Harry. A notícia da gravidez foi uma surpresa, já que seu namorado usava camisinha. Contrariando a opinião médica, os dois decidiram ter o bebê e Malissa diz ter lutado muito para se alimentar adequadamente.
Mesmo assim, perdeu peso durante a gravidez. O bebê nasceu desnutrido e morreu 57 minutos após o parto, realizado no sexto mês de gestação por causa de uma falha no fígado da mãe. “Eu não cheguei a pegar Harry no colo. Não acredito que vá superar isso”. Ela guarda fios do cabelo de Harry e algumas fotos em uma caixa. Após a morte do bebê ela perdeu 63 quilos. Ela diz que era mais feliz quando estava obesa.

Qual será o futuro da menina afegã mutilada por seu marido? Aisha posa com prótese. E sorri.


Em agosto, a revista Time publicou uma das capas mais ousadas de sua história. Mostrava a bela jovem Aisha, de 18 anos, mutilada por seu marido, um talibã “ofendido em sua honra”, no Afeganistão. A visão do rosto jovem desfigurado causava um misto de repulsa e pena, mas era sem dúvida uma denúncia poderosa das condições terríveis a que mulheres podem ser submetidas no regime talibã.
Agora, ela posou para a imprensa internacional com uma prótese temporária, enquanto aguarda uma solução mais permanente, que exige cirurgia.
Aisha sorriu. Um sorriso doce.
Nesses momentos, eu penso por que todos nós às vezes reclamamos e nos deprimimos por motivos absolutamente fúteis. O sorriso dessa moça – e seu claro orgulho por finalmente poder parecer uma pessoa normal, sem provocar no próximo um olhar de choque – é comovente.
A prótese dá uma ideia de como Aisha ficará após a operação. Quem está financiando a cirurgia é a Fundação Grossman Burn, com sede em Los Angeles.
Seu sobrenome nunca foi revelado. Sua história, sim, para o mundo inteiro. E é aterradora e revoltante. Aisha foi dada pelo pai a um guerrilheiro Talibã quando tinha apenas 12 anos de idade, uma criança. Foi vendida em troca de uma dívida. A família do marido dela a forçou a dormir no estábulo com os animais. E, anos depois, quando a menina tentou fugir de um cotidiano de humilhações, seu marido a perseguiu e, como castigo, a mutilou. Ela desmaiou e, no meio da noite, despertou em meio a um líquido viscoso. “Quando abri meus olhos, não podia enxergar nada, por causa do sangue”,  declarou à repórter da CNN Atia Abawi.
Aisha foi abandonada na montanha. Achavam que ela morreria. Mas ela conseguiu, apesar de terrivelmente ferida, chegar à casa de seu avô. E foi tratada durante dez semanas num posto médico administrado por americanos. Transportada para um refúgio secreto em Cabul, capital do Afeganistão, foi levada enfim para os Estados Unidos, abrigada por uma família americana.
Espera-se que sua reabilitação dure cerca de oito meses.
Segundo o Dr. Peter Grossman, seu nariz e suas orelhas serão reconstituídas com osso, pele e cartilagem extraídos de outras partes de seu próprio corpo. A mulher do médico disse que Aisha se lembra de seus tempos de escravidão toda vez que se olha no espelho, mas hoje já é capaz de sorrir e, quem sabe um dia, poderá superar toda a injustiça e crueldade de que foi vítima – num momento em que era uma adolescente, com todos os mesmos sonhos de quem um dia quer ser feliz, amar e ser amada.
De acordo com estimativas das Nações Unidas, quase 90% das afegãs sofrem algum tipo de abuso doméstico.
Os afegãos afirmam que tudo isso não passa de propaganda americana, porque, pela lei sagrada islâmica, cortar nariz e orelhas de pessoas seria ilegal.

sábado, 12 de novembro de 2011

Aumenta vazamento de óleo na Bacia de Campos.



De  acordo  com   a   empresa   Chevron, 
vazaram    entre    400    e    650     barris; 
perfurações de poços foram suspensas.


O vazamento de óleo na área do campo de Frade, na Bacia de Campos, aumentou segundo estimativa divulgada neste sábado (12) pela Chevron Brasil, empresa responsável pela exploração de petróleo no local.
Na sexta, a estimativa inicial é que aproximadamente 60 barris teriam vazado de uma fenda próximo ao poço, segundo as informações da petroleira, que neste sábado informou que o vazamento estava entre 400 e 650 barris, num volume total que poderia chegar a 104 metros cúbicos.
O vazamento foi revelado na quinta-feira, e a Chevron declarou que estava relacionado a uma falha natural na superfície do fundo do mar, e não à produção no campo de Frade, no litoral fluminense.
Mesmo assim, no comunicado divulgado neste sábado, a empresa reafirmou que suspendeu temporariamente as atividades de perfuração no campo de Frade e fechou o poço que estava sendo perfurado nas proximidades do vazamento.
Na sexta, a presidente Dilma Rousseff disse que o governo investigaria os motivos do vazamento. O Ministério de Minas e Energia, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e a Marinha estão comandando as investigações.[nN1E7AA1XNœ
Dilma determinou "atenção redobrada e uma rigorosa apuração das causas do acidente, bem como de suas responsabilidades. Independentemente do tamanho do vazamento, o fato deve ser rigorosamente apurado".
O envolvimento da presidente na situação indica que o Brasil está levando a situação de vazamentos de óleo a sério, uma vez que conduz um amplo projeto petrolífero em águas profundas.