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MAIS UM ABSURDO QUE ENVOLVE O GOVERNO

sábado, 22 de outubro de 2011

SUPERMERCADO PAROU A CIDADE

      Mais uma vez o trânsito na cidade parou por conta da  promoção de  um  supermercado  na  Av. Marquês de Paraná no centro de Niterói. O caos ontem foi tamanho que a Secretaria Municipal de Segurança Pública e Controle Urbano decidiu fechar o estabelecimento nos próximos dias. No início da noite, o secretário Wolney Trindade entregou à gerência do estabelecimento uma intimação para que o supermercado não abra durante o período de promoção da rede, que vai até o fim de semana. O vereador Luiz Carlos Gallo (PDT) apresentou indicação legislativa solicitando que a Prefeitura de Niterói suspenda a licença de funcionamento do mercado até que seja resolvida a questão da falta de vagas no local.
      Durante todo o dia, as principais vias de acesso ficaram congestionadas, refletindo também no tráfego das vias adjacentes e até na BR-101 e Ponte Rio-Niterói. Para quem saía do Barreto e de bairros de São Gonçalo com destino a Niterói, o tempo do trajeto era de aproximadamente duas horas fora do horário de ruch. Pela BR-101, as retenções chegaram a mais de 10 quilômetros, até a altura do posto de Polícia Federal, que fica entre  os bairros de Trindade e Jardim Catarina. Já pela Rodovia Amaral Peixoto, a RJ-104, o engarrafamento chegou até o bairro Caramujo.
        Procura do pelo jornal, o gerente do supermercado informou que irá acionar o setor jurídico para tomar providências que possam garantir o funcionamento.
        A Prefeitura afirmou que foi montada um esquema especial de trânsito com dez agentes espalhados por todas as ruas que cercam o local. A Niterói, Transportes e Trânsito (NitTrans), em conjunto com a subsecretaria de trânsito, esclareceu que está monitorando o fluxo desde o sábado, quando se iniciou a promoção. Os acessos ao estabelecimento pelas ruas São João e Jansen de melo foram fechados.

LOCALIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO É PROBLEMÁTICA

        Para o engenheiro civil, especialista em trânsito da Universidade Federal Fluminense (UFF), José Jairo Araújo, pequenas intervenções, como a mobilização de agentes de trânsito para o local podem até amenizar o problema, mas não soluciona, visto que o estabelecimento estaria mal localizado.
        "Já sabemos dos habituais problemas de trânsito da Avenida Marquês do Paraná, que foi agravada pela construção de um estabelecimento responsável por atrair grande número de veículos e pedestres, em uma via estreita e que faz ligação estre o Centro e bairros da Zonal Sul, de São Gonçalo e a Ponte Rio-Niterói. Isso deveria ter sido pensado antes da construção do supermercado. Acredito que deveria haver mais desvios, sinalizações e recursos de pessoal o suficiente para dar conta de toda a demanda esperada", destaca.
         No sábado, os congestionamentos entorno do supermercado já havia apresentado grandes reflexos no trânsito. E esse é o segundo ano que o aniversário do supermercado provoca transtornos. No ano passado, o estabelecimento não avisou à Prefeitura sobre a realização do evento, e o resultado foi um caos ainda maior no trânsito.
          Na ocasião, o vereador Luiz Carlos Gallo criticou a liberação da licença para o funcionamento do supermercado na época em que ele estava se estabelecimento na cidade. Segundo o parlamentar, a Prefeitura, a pedido dos vereadores, havia suspendido o licenciamento até a realização de um estudo de impacto viário na região.Mesmo assim, o empreendimento acabou sendo liberado.
             Ontem, o coas provocado no trânsito por conta das promoções do supermercado dominavam as debates na Câmara de Vereadores. O vereador José Augusto Vicente (PPS) lembrou que a Câmara aprovou, ano passado, um projeto de lei modificando o artigo 461 do Código de Posturas da cidade, dando ao município o direito de cassar o alvará de funcionamento de qualquer estabelecimento comercial sempre que causar transtornos graves ao trânsito.
               fonte jornal fluminense de  19/10/2011

                O Extra jornal teve acesso a documentos apresentados pelo Guanabara à prefeitura, que informou sobre o evento e o aumento de movimento diário para 12 mil pessoas - normalmente recebe 8 mil clientes -, cumprindo a legislação alterada em virtude do aniversário de 2010. A rede ainda pagou R$ 20 mil à Empresa Pública de Trânsito (NitTrans) para custear horas extras de agentes de controle de tráfego.

'Ilegal e arbitrária'

                Para a juíza Angélica dos Santos Costa, que concedeu a liminar ao Guanabara, o supermercado seguiu as normas para a realização do evento. Para ela, o embargo foi "ilegal e arbitrário". Na decisão, a magistrada alegou que não seria "lícito ao município transferir a deficiência, a inoperância e a incapacidade suas de gerir o trânsito local ao evento produzido pelas empresas privadas."
                  Segundo  a  prefeitura,  a  rede  deixou  de   cumprir   o   Decreto   10.816/2010,   que   exige  a apresentação de um parecer técnico sugerindo soluções para minimizar os impactos no trânsito. Por isso, recorrerá da liminar.
               O Guanabara afirmou que, ao obter o "nada a opor" da prefeitura, concluiu que os documentos apresentados bastariam. A rede, porém alega ter contratado uma empresa para elaborar o parecer, que deverá ser entregue hoje (20/10/2011). Ontem, foi acordado que o estacionamento da  loja ficará fechado até o término do estudo.

Medida exagerada
      
               O  engenheiro  de  Transporte  Fernando  Mac Dowell considerou um exagero a Prefeitura de Niterói embargar a abertura do supermercado.
                 -É  a  mesma  coisa  que fechar o Sambódromo ou impedir a realização do Rock in Rio. A culpa não é do supermercado, mas da flata de preparo do poder público. Isso é questão de engenharia. A prefeitura é responsável por enviar guardas para organizar a fluidez do trânsito - opinou o professor e doutor em Engenharia de Transporte da UFRJ.

fonte jornal Extra do dia 20/10/2011.

                   É  uma  vergonha  estes  políticos  de  Niterói, porque antes de construir um supermercado deste porte não fizeram um estudo, são incompetente e querem culpar o supermercado, se for assim no Município do Rio não poderia ter uma loja da rede. Em vez de culpar o supermercado vão resorver o problema das obras inacabadas da Estrada da Cachoeira, e investigar quanto é o valor desta obra.
                   O  secretário  de obras manda tapar os buracos das ruas jogando o asfalto nova sobre o buraco sem fazer um prepara adequado, com isso a chuva vem e abre o buraco de novo,  cade os vereadores par ver estes problemas, e a Av. Roberto Silveira que engarrafa todo dia até fora do horário do rush, qual é a desculpa, porque não vão fazer as limpezas dos bueiros a noite, depois das 22:00 h, assim evita o transtorno na Av. Visconde de Rio Branco, e o caminhão que varre a rua, joga a poeira por cima é um gasto desnecessário.  
                   Todo dia por volta de 16:30 h eu passo pelo Largo da Batalha e está tudo engarrafado, será que é por causa dos mercados que ali se encontra ou é o excesso de carro.
                   Senhores vereados, vão fiscalizar as obras, os gastos do Prefeito as ruas cheias de buracos mau tapados, ali sim vocês vão encontrar algo errado      

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